Texto coletivo – e imprevisível! FINAL

(continuando…)

Enquanto isso, na pizzaria, a confusão ficava cada vez pior. Ana Clara ouviu, de longe, a sirene do carro de polícia e ficou desesperada. Avistou uma bolsa desconhecida, escondeu nela a sua magnum e saiu correndo em círculos, no meio da multidão, com o olho machucado. Quando os policiais entraram no recinto, todos congelaram por um tempo e logo começaram a dar explicações divergentes aos oficiais:
– Eu só estava querendo comprar uma pizza – disse uma mulher.
– Não! Ela me deu uma cotovelada – acusou um homem que estava com o nariz sangrando.
– Foram eles que começaram! – disse um garotinho, apontando para o grupo de amigos.
– Nós??? Claro que não! Não temos nada a ver com essa confusão! – disse Vinícius, tentando defender a turma.
Após muito tempo de discussão, a perícia tirou suas próprias conclusões e a polícia prendeu todos do grupo de amigos, menos Annie, que se escondeu no banheiro e Julius, que passava, no momento, por uma séria cirurgia para tentar salvar o seu bebê.
Ficaram desesperados, sem saber o que fazer e para quem ligar. Até que, de repente, começaram a ouvir um barulho que vinha do saguão de entrada da delegacia. Então avistaram um ser de capa preta:
– É o chuchu malvado?
– Não!
– É o Tony Ramos?
– Não!
– É o Batman! Estamos salvos!

Fim

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